Eduardo Jorge (Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho) disputou 7 eleições entre 1982 e 2018, para vice-presidente, presidente, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 1998, 1994, 1990 e 1986; deputado estadual em 1982. A maior votação foi em 2014, para presidente: 630.099 votos. Na campanha de 2014 para presidente, declarou R$ 3,6 milhões em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3,5 milhões de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão), serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 338 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
630.099 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalPresidentevotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2014: R$ 3,6 milhões em receitas · R$ 3,5 milhões em gastos contratados
Eduardo Jorge declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: presidente em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3,6 milhões em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 3,5 milhões de outras campanhas e R$ 20 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,5 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1,4 milhão).
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,5 milhão41,8%
Serviços de terceirosR$ 1,4 milhão40,2%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 338 mil9,5%
Materiais impressosR$ 135 mil3,8%
Outras 6 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 162 mil4,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA28.775GSP · 45 anos · Superior completo · Medico · PT · nº 1321 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990ELEITO38.261GSP · 41 anos · PT · nº 1321 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1986ELEITO32.022GSP · 37 anos · PT · nº 1321 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1982ELEITO42.501GSP · 33 anos · PT · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.