- PessoalR$ 45 mil38,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 37 mil31,3%
- Materiais impressosR$ 16 mil13,6%
- Transporte ou deslocamentoR$ 11 mil8,9%
- Outras 3 categoriasR$ 10 mil8,1%
Dr. Paulo Célio (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 5.979 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Paulo Célio (Paulo Célio de Almeida Hugo) disputou 5 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Diamantina em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Diamantina/MG: 14.706 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 350 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com pessoal (R$ 45 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 37 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 173 mil em 2012 e R$ 14 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Celio de Almeida Hugo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Paulo Célio declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Diamantina (MG) em 2008, 2012 e 2012, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 350 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com pessoal (R$ 45 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 37 mil); R$ 67 mil já foram pagos. Em 2012, R$ 173 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 14 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.