- Militância e mobilização de ruaR$ 114 mil44,5%
- Publicidade por adesivosR$ 58 mil22,5%
- Materiais impressosR$ 31 mil12,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil5,3%
- Outras 6 categoriasR$ 40 mil15,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlinhos Camurça (Carlos Alberto de Azevedo Camurça) disputou 8 eleições entre 1990 e 2022, para deputado estadual, governador, prefeito, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Porto Velho em 2000; deputado federal em 1994 e 1990. A maior votação foi em 2006, para governador por RO: 89.426 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RO, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 103 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 157 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 257 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 114 mil), publicidade por adesivos (R$ 58 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 239 mil em 2018 (47% com pessoal) e R$ 254 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alberto de Azevedo Camurça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlinhos Camurça declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: governador por Rondônia em 2006, e deputado estadual por Rondônia em 2010, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 103 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 157 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 257 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 114 mil) e publicidade por adesivos (R$ 58 mil). Em 2018, 47% dos R$ 239 mil em gastos foram com pessoal; em 2010, 48% dos R$ 254 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.