- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil61,9%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil12,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil12,4%
- Materiais impressosR$ 1 mil8,0%
- Outras 2 categoriasR$ 8625,3%
Já tem conta? Entrar
Coronel Prado (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 9.133 votos, pelo resultado oficial do TSE. Coronel Prado (Wagner Tadeu Silva Prado) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, vereador, deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Araraquara em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SP: 9.133 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 45 mil em 2024 e R$ 107 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Wagner Tadeu Silva Prado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Prado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2022, vereador em Araraquara (SP) em 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil); R$ 16 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 45 mil em gastos; em 2022, 44% dos R$ 107 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto