Fátima Professora

Foto de Terezinha de Fatima Vieira
Fátima Professora
Terezinha de Fatima Vieira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · DEM
43 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Pedagogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fátima Professora (Terezinha de Fátima Vieira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereadora em Mirabela/MG: 51 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Mirabela/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 400 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por carros de som (R$ 800) e combustíveis e lubrificantes (R$ 180). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 617, 64% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

19 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Terezinha de Fatima Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Fátima Professora declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Mirabela (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 400 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por carros de som (R$ 800). Em 2012, 64% dos R$ 617 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 617contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Mirabela (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 52% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil66,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 80027,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1806,3%
2012Vereadora, Mirabela (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 617
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 617
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39263,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12520,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10016,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892