Sergio Soares

Foto de Sergio Alberto Soares
Sergio Soares
Sergio Alberto Soares (nome civil)
10 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PSD
77 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sergio Soares (Sergio Alberto Soares) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Itaboraí em 2008 e 1996; deputado estadual em 2002 e 1994. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Itaboraí/RJ: 41.020 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 76 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 25 mil), militância e mobilização de rua (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 214 mil em 2020 (43% com publicidade por adesivos) e R$ 299 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

3.891 votos em 2022 (anulados) · 10 eleições

A votação de Sergio Alberto Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 93 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados

Sergio Soares declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Itaboraí (RJ) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 76 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 25 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 20 mil). Em 2020, 43% dos R$ 214 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, R$ 299 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 93 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 66 milcontratados
Gastos em 2020R$ 214 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
30 doadores pessoas físicas
pessoas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 66 mil
pago: R$ 51 mil (78%)
  • Serviços advocatíciosR$ 25 mil38,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil30,9%
  • Materiais impressosR$ 9 mil13,9%
  • Serviços contábeisR$ 5 mil7,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil9,6%
2020Prefeito, Itaboraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 343 mil
174 doadores pessoas físicas
pessoas 89% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 214 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 92 mil42,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 44 mil20,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil7,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil5,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 36 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil24,4%
2016Prefeito, Itaboraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 226 mil
85 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 12% · pessoas 78% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 299 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 91 mil30,3%
  • Materiais impressosR$ 90 mil30,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil11,2%
  • PessoalR$ 31 mil10,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 53 mil17,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Prefeito, Itaboraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
32 doadores pessoas físicas
pessoas 12% · empresas 88%
Gasto contratado
R$ 775 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 244 mil31,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 214 mil27,5%
  • Materiais impressosR$ 154 mil19,8%
  • Locação de imóveisR$ 32 mil4,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 133 mil17,1%
2008Prefeito, Itaboraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 8% · empresas 5% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 95 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 95 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1996, 2002 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892