- Materiais impressosR$ 2 mil95,8%
- Outras 1 categoriainclui R$ 88 lançados como "diversas a especificar"R$ 884,2%
Já tem conta? Entrar

Margarete Valente (guete) (Margarete Angelica Gomes Valente) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para prefeita e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeita em Posse/GO, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 103 mil, 57% com pessoal.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Margarete Valente (guete) declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Goiás em 2010, e prefeita em Posse (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 13 mil de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2010, 57% dos R$ 103 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
O voto