Alex Fernandes

Foto de Alex Fernandes dos Santos
Alex Fernandes
Alex Fernandes dos Santos (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PROS
45 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Agente Administrativo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alex Fernandes (Alex Fernandes dos Santos) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AL: 424 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio Largo/AL, declarou R$ 586 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (65% com serviços de terceiros) e R$ 5 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

160 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Alex Fernandes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 586 em receitas

Alex Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Alagoas em 2014, prefeito em Rio Largo (AL) em 2016, e vereador em Rio Largo (AL) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 586 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2016, 65% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 67% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 586campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio Largo (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 586
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Rio Largo (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 65% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil65,2%
  • Materiais impressosR$ 63023,4%
  • Locação de imóveisR$ 30011,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 80,3%
2014Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido 67% · empresas 33%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil66,7%
  • ComíciosR$ 2 mil33,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892