- Materiais impressosR$ 25033,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 24132,0%
- Serviços de terceirosR$ 20026,6%
- Publicidade por adesivosR$ 608,0%
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Clayton do Supremo (Clayton Alves Pereira de Lima) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Registro/SP: 210 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Registro/SP, declarou R$ 751 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 751, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 250), combustíveis e lubrificantes (R$ 241) e serviços de terceiros (R$ 200). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 140, 100% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Clayton Alves Pereira de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Clayton do Supremo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Registro (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 751 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 751, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 250) e combustíveis e lubrificantes (R$ 241). Em 2012, 100% dos R$ 140 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Clayton do Supremo não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2016, para vereador em Registro/SP, Clayton do Supremo teve 210 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Registro/SP, Clayton do Supremo declarou R$ 751 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 751, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 250), combustíveis e lubrificantes (R$ 241) e serviços de terceiros (R$ 200). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Clayton do Supremo declarou ao TSE gastos de R$ 751 na campanha de 2016 a vereador em Registro/SP (gasto contratado declarado) e R$ 140 na campanha de 2012 a vereador em Registro/SP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Clayton do Supremo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Registro (SP) em 2012 e 2016.
Segundo os dados do TSE, Clayton do Supremo disputou 3 eleições, de 2012 a 2020: vereador em Registro (SP) em 2012 e 2016; vice-prefeito em Registro (SP) em 2020. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Clayton do Supremo concorreu pelo PTB em 2012, 2016 e 2020. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto