Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Eliton (José Eliton de Figueredo Júnior) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para governador e vice-governador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-governador em 2014 e 2010. Na campanha de 2018 para governador por GO, declarou R$ 5,3 milhões em receitas: R$ 3,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido, R$ 859 mil de doações privadas (125 doadores) e R$ 650 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 998 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 605 mil).
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Evolução da votação nas eleições
407.507 votos em 2018 · 3 eleições
A votação de José Eliton de Figueredo Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 5,3 milhões em receitas · R$ 5,3 milhões em gastos
Zé Eliton declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Goiás em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5,3 milhões em receitas: R$ 3,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de outros recursos do partido, R$ 859 mil de doações privadas (125 doadores) e R$ 650 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 998 mil).
Receitas em 2018R$ 5,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5,3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
FEFC 72% · partido menos de 1% · pessoas 16% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 5,3 milhões
tudo pago (100%)
Militância e mobilização de ruaR$ 1,2 milhão23,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 998 mil19,0%
Transporte ou deslocamentoR$ 605 mil11,5%
Publicidade por carros de somR$ 508 mil9,7%
Outras 17 categoriasinclui R$ 269 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,9 milhão36,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.