Paulinho Filho

Foto de Paulo Gomes dos Santos Neto
Paulinho Filho
Paulo Gomes dos Santos Neto (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSDB
39 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulinho Filho (Paulo Gomes dos Santos Neto) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Mesquita em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 23.011 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Mesquita/RJ, declarou R$ 145 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 145, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 145). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 45 mil.

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Evolução da votação nas eleições

648 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Paulo Gomes dos Santos Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 145 em receitas · R$ 145 em gastos contratados

Paulinho Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em Mesquita (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 145 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 145, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 145). Em 2006, R$ 45 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 145campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 145contratados
Gastos em 2006R$ 45 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
2016Vereador, Mesquita (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 145
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 145
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 145100,0%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 45 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892