Lucas Salles (Luiz Carlos Lucas Salles) disputou 1 eleição, em 2022, para governador por DF, com 4.218 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2022 para governador por DF, declarou R$ 235 mil em receitas: R$ 229 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 53 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 31 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 29 mil).
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 235 mil em receitas · R$ 230 mil em gastos contratados
Lucas Salles declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Distrito Federal em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 235 mil em receitas: R$ 229 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 53 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 31 mil).
FEFC 97% · partido e outras campanhas 2% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 230 mil
pago: R$ 230 mil (99%)
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 53 mil23,2%
Impulsionamento de conteúdosR$ 31 mil13,5%
Militância e mobilização de ruaR$ 29 mil12,7%
Publicidade por adesivosR$ 13 mil5,8%
Outras 13 categoriasinclui R$ 42 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 103 mil44,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.