- Serviços de terceirosR$ 38 mil70,8%
- Materiais impressosR$ 9 mil17,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil11,2%
- Materiais de expedienteR$ 1700,3%
- Outras 2 categoriasR$ 45menos de 0,1%
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Mariana Sartor (PSOL) ficou como suplente de deputada estadual por Santa Catarina em 2026, com 4.401 votos, segundo os dados do TSE. Mariana Sartor (Mariana Furlan Sartor) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SC, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 27 de outubro de 2026.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Mariana Furlan Sartor em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 58,62% da votação desta candidatura (4.401 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Mariana Sartor declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Santa Catarina em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil); R$ 42 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Declarou ao TSE bens que somam R$ 465.745,00 ao se candidatar a deputada estadual (SC) em 2026.
Valores informados pela própria pessoa ao TSE, sem correção pela inflação e sem descontar dívidas. Dados do TSE, arquivo de 2026 gerado em 25/10/2026.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Mariana Sartor (PSOL) ficou como suplente de deputada estadual por Santa Catarina em 2026, com 4.401 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputada estadual por Santa Catarina, Mariana Sartor (PSOL) teve 4.401 votos e ficou como suplente. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Nos resultados do TSE, Mariana Sartor não consta como eleita em nenhuma das eleições que disputou.
Na campanha de 2026 para deputada estadual por SC, Mariana Sartor declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Mariana Sartor declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Santa Catarina em 2026.
Segundo os dados do TSE, Mariana Sartor disputou 2 eleições, de 2024 a 2026: vice-prefeita em Criciúma (SC) em 2024; deputada estadual por Santa Catarina em 2026. Não consta como eleita em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Mariana Sartor concorreu pelo PT em 2024 e pelo PSOL em 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Mariana Sartor foi a 134ª mais votada entre os candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2026, com 4.401 votos, 0,10% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Mariana Sartor para deputada estadual foi em Criciúma (SC): 906 votos, 0,79% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Treviso (SC): 1,30% dos votos válidos da cidade (40 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto