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Foto de Julio Flavio Gameiro Miragaya

Júlio Miragaya

Julio Flavio Gameiro Miragaya (nome civil)
3 eleições entre 1990 e 2018 · PT
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Economista

Júlio Miragaya (Júlio Flavio Gameiro Miragaya) disputou 3 eleições entre 1990 e 2018, para governador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para governador por DF: 60.592 votos. Na campanha de 2018 para governador por DF, declarou R$ 536 mil em receitas: R$ 467 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 237 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 172 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

60.592 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Julio Flavio Gameiro Miragaya em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 536 mil em receitas · R$ 517 mil em gastos

Júlio Miragaya declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 536 mil em receitas: R$ 467 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 237 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 172 mil).

Receitas em 2018R$ 536 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 517 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Governador, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 536 mil
17 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 87% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 8% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 517 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 237 mil45,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 172 mil33,3%
  • Materiais impressosR$ 52 mil10,1%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 14 mil2,7%
  • Outras 11 categoriasR$ 42 mil8,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.