- Serviços de terceirosR$ 377 mil61,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 100 mil16,3%
- Correspondências e despesas postaisR$ 52 mil8,5%
- Materiais impressosR$ 30 mil4,8%
- Outras 9 categoriasR$ 54 mil8,8%
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Marcio Alvino (PL) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 261.325 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcio Alvino (Marcio Luiz Alvino de Souza) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018 e 2014; prefeito de Guararema em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por SP: 261.325 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 242,8 milhões empenhados em 148 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 110 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 605 mil do Fundo Partidário e R$ 206 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 613 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 377 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 100 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 52 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 955 mil em 2022 e R$ 945 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio Luiz Alvino de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcio Alvino declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Guararema (SP) em 2008 e 2012, e deputado federal por São Paulo em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 605 mil do Fundo Partidário e R$ 206 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 613 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 377 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 100 mil); R$ 264 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 955 mil em gastos; em 2018, 41% dos R$ 945 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marcio Alvino teve R$ 242,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 148 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 110 municípios. Já foram pagos R$ 218,8 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Guararema, Mogi das Cruzes e Pindamonhangaba. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 104,7 milhões em 59 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,4 milhões em 58 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,8 milhões em 31 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 29,5 milhões | R$ 8,5 milhões | 29% | 12 | 24 |
| 2025 | R$ 37,3 milhões | R$ 36,2 milhões | 97% | 23 | 78 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,6 milhões | 99% | 23 | 22 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 104,7 milhões | R$ 82,2 milhões | 79% | 58 | 95 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.