Domingos Crespani (Domingos da Silva Crespani) disputou 1 eleição, em 2012, para vereador em Maravilha/SC, com 253 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Maravilha/SC, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 12 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Domingos Crespani declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Maravilha (SC) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil).
partido e outras campanhas 39% · empresas 11% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil43,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil20,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil17,0%
Materiais impressosR$ 9569,7%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 doados a outros candidatos e partidosR$ 8458,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.