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Foto de Osmar Tavares Lourenço

Osmar Farinha

Osmar Tavares Lourenço (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PODE
54 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor

Osmar Farinha (Osmar Tavares Lourenço) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Corumbiara em 2020, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Corumbiara/RO: 257 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Corumbiara/RO, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de outras campanhas, R$ 800 de doações privadas e R$ 235 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 698, principalmente com serviços de terceiros (R$ 480), combustíveis e lubrificantes (R$ 208) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 10). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 513, 45% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

222 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições

A votação de Osmar Tavares Lourenço em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 698 em gastos

Osmar Farinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Corumbiara (RO) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 de outras campanhas, R$ 800 de doações privadas e R$ 235 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 698, principalmente com serviços de terceiros (R$ 480) e combustíveis e lubrificantes (R$ 208). Em 2008, 45% dos R$ 513 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 698campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 513contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Corumbiara (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
FEFC 42% · partido e outras campanhas 15% · pessoas 34% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 698
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 48068,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20829,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 101,5%
2008Vereador, Corumbiara (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 513
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 513
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23044,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18335,7%
  • Serviços de terceirosR$ 10019,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.