Claudinei da Paixão

Foto de Claudinei Ricardo da Paixão
Claudinei da Paixão
Claudinei Ricardo da Paixão (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PP
58 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudinei da Paixão (Claudinei Ricardo da Paixão) disputou 5 eleições entre 2000 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Potim em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2000, para vereador em Potim/SP: 232 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Potim/SP, declarou R$ 323 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 323, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200), publicidade por materiais impressos (R$ 73) e publicidade por adesivos (R$ 50). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 330, 82% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

150 votos em 2024 · 5 eleições

A votação de Claudinei Ricardo da Paixão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 323 em receitas · R$ 323 em gastos contratados

Claudinei da Paixão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Potim (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 323 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 323, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200) e publicidade por materiais impressos (R$ 73). Em 2012, 82% dos R$ 330 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2016R$ 323contratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2024Vereador, Potim (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Potim (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 323
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 323
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20062,0%
  • Materiais impressosR$ 7322,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 5015,5%
2012Vereador, Potim (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 330
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 330
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27081,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6018,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892