- Materiais impressosR$ 153 mil47,5%
- Serviços de terceirosR$ 92 mil28,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil5,9%
- Locação de imóveisR$ 18 mil5,6%
- Outras 4 categoriasR$ 40 mil12,4%
Segundo o Radar do Voto, Ronildo Nobre (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amapá em 2026, com 4.534 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ronildo Nobre (Ronildo dos Santos Nobre) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por AP: 4.534 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AP, declarou R$ 356 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 322 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil), serviços de terceiros (R$ 92 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 148 mil, 62% com serviços advocatícios.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ronildo dos Santos Nobre em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ronildo Nobre declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 356 mil em receitas: R$ 350 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 322 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil) e serviços de terceiros (R$ 92 mil); R$ 268 mil já foram pagos. Em 2022, 62% dos R$ 148 mil em gastos foram com serviços advocatícios. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.