Bruno Covas

Foto de Bruno Covas Lopes
Bruno Covas
Bruno Covas Lopes (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2020 · PSDB
40 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Bruno Covas (Bruno Covas Lopes) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, vice-prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de São Paulo em 2020; vice-prefeito de São Paulo em 2016; deputado federal em 2014; deputado estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Paulo/SP: 3.169.121 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 23,6 milhões empenhados em 20 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017, para 44 municípios; 97% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em São Paulo/SP, declarou R$ 20,5 milhões em receitas: R$ 14,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,6 milhão do Fundo Partidário e R$ 4 milhões de doações privadas (115 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 20,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10,5 milhões), serviços advocatícios (R$ 2,2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,8 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,5 milhões em 2014 e R$ 1,5 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.754.013 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Bruno Covas Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 20,5 milhões em receitas · R$ 20,2 milhões em gastos

Bruno Covas declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, deputado federal por São Paulo em 2014, e prefeito em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 20,5 milhões em receitas: R$ 14,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,6 milhão do Fundo Partidário e R$ 4 milhões de doações privadas (115 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 20,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10,5 milhões) e serviços advocatícios (R$ 2,2 milhões). Em 2014, R$ 3,5 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,5 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 20,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 20,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3,5 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Prefeito, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20,5 milhões
115 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 73% · Fundo Partidário 8% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 20,2 milhões
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10,5 milhões52,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 2,2 milhões11,0%
  • Materiais impressosR$ 1,8 milhão9,2%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 1,8 milhão8,9%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,8 milhões18,8%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,5 milhões
92 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 30% · empresas 45%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 950 mil26,9%
  • Materiais impressosR$ 705 mil19,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 421 mil11,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 381 mil10,8%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 182 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão30,5%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
36 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 12% · empresas 36% · próprios 4% · outras 23%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 483 mil32,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 296 mil20,1%
  • Materiais impressosR$ 163 mil11,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 75 mil5,1%
  • Outras 17 categoriasR$ 454 mil30,9%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 705 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · empresas 39% · próprios menos de 1% · outras 51%
Gasto contratado
R$ 638 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 134 mil21,0%
  • PessoalR$ 108 mil17,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 48 mil7,5%
  • Materiais impressosR$ 42 mil6,6%
  • Outras 19 categoriasR$ 306 mil47,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 23,6 milhões empenhados · 97% pago · 20 emendas em 44 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Bruno Covas teve R$ 23,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 20 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017 (legislatura 2015 a 2018), para 44 municípios. Já foram pagos R$ 23 milhões (97%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Bertioga e Santos.2

EmpenhadoR$ 23,6 milhõesorçamentos de 2016 a 2017
PagoR$ 23 milhões97% do empenhado, com restos a pagar
Emendas20individuais
Municípios44diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2017R$ 12,5 milhõesR$ 10,8 milhões86%165
2016R$ 11,1 milhõesR$ 11 milhões99%439
TotalR$ 23,6 milhõesR$ 21,8 milhões92%2044

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 12 milhões50,9%
  2. 2UrbanismoR$ 10 milhões42,1%
  3. 3CulturaR$ 1,7 milhão7,0%

Municípios que mais receberam

  1. 1São PauloR$ 4,5 milhões18,9%
  2. 2BertiogaR$ 993 mil4,2%
  3. 3SantosR$ 800 mil3,4%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2014, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892