Bruno Covas declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, deputado federal por São Paulo em 2014, e prefeito em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 20,5 milhões em receitas: R$ 14,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,6 milhão do Fundo Partidário e R$ 4 milhões de doações privadas (115 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 20,2 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10,5 milhões) e serviços advocatícios (R$ 2,2 milhões). Em 2014, R$ 3,5 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,5 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 20,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 20,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3,5 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2020
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
- Outras origens
Arrecadado
R$ 20,5 milhões
115 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 73% · Fundo Partidário 8% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 20,2 milhões
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10,5 milhões52,1%
- Serviços advocatíciosR$ 2,2 milhões11,0%
- Materiais impressosR$ 1,8 milhão9,2%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 1,8 milhão8,9%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,8 milhões18,8%
Arrecadado
R$ 3,5 milhões
92 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 30% · empresas 45%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 950 mil26,9%
- Materiais impressosR$ 705 mil19,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 421 mil11,9%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 381 mil10,8%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 182 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão30,5%
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
36 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 12% · empresas 36% · próprios 4% · outras 23%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 483 mil32,9%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 296 mil20,1%
- Materiais impressosR$ 163 mil11,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 75 mil5,1%
- Outras 17 categoriasR$ 454 mil30,9%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 705 mil
27 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · empresas 39% · próprios menos de 1% · outras 51%
Gasto contratado
R$ 638 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por jornais e revistasR$ 134 mil21,0%
- PessoalR$ 108 mil17,0%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 48 mil7,5%
- Materiais impressosR$ 42 mil6,6%
- Outras 19 categoriasR$ 306 mil47,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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