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Roberto Siqueira

Foto de Roberto Siqueira Gomes
Roberto Siqueira
Roberto Siqueira Gomes (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PSL
46 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Roberto Siqueira (Roberto Siqueira Gomes) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado federal, governador e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Guarulhos em 2000. A maior votação foi em 2002, para governador por SP: 7.648 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 110 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.757 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de Roberto Siqueira Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorGovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 133 mil em receitas · R$ 133 mil em gastos contratados

Roberto Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por São Paulo em 2006, e deputado federal por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 110 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 133 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2006, R$ 6 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 133 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 133 milcontratados
Gastos em 2006R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 133 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 83% · pessoas 8% · empresas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 133 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil24,0%
  • Materiais impressosR$ 21 mil15,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil3,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil2,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 39 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 71 mil53,5%
2006Governador, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.