- Serviços de terceirosR$ 149 mil54,9%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil14,7%
- Materiais impressosR$ 30 mil11,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil6,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil12,4%
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Gladis Frizzo (PP) ficou como suplente de deputada federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 2.304 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gladis Frizzo (Gladis Franceschetto Frizzo) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Caxias do Sul em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Caxias do Sul/RS: 3.975 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil), serviços advocatícios (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 17 mil em 2020 e R$ 19 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gladis Franceschetto Frizzo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gladis Frizzo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Caxias do Sul (RS) em 2012, 2016 e 2020, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 602 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 272 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil); R$ 166 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 17 mil em gastos; em 2016, 44% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto