- Materiais impressosR$ 346 mil56,1%
- Transporte ou deslocamentoR$ 147 mil23,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 44 mil7,2%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil4,1%
- Outras 9 categoriasR$ 54 mil8,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jarbas Vasconcelos (Jarbas Vasconcelos do Carmo) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado estadual e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por PA: 440.597 votos. No Senado Federal, teve R$ 158,7 milhões empenhados em 84 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 71 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PA, declarou R$ 622 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de doações privadas e R$ 532 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 617 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 346 mil), transporte ou deslocamento (R$ 147 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 44 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 2,5 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jarbas Vasconcelos do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jarbas Vasconcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Pará em 2018, e deputado estadual por Pará em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 622 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de doações privadas e R$ 532 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 617 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 346 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 147 mil). Em 2018, R$ 2,5 milhões em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Jarbas Vasconcelos teve R$ 158,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 84 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 71 municípios. Já foram pagos R$ 144,5 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (58%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Recife, Afrânio e Bodocó. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 107,2 milhões em 47 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 51,5 milhões em 37 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 58,3 milhões | R$ 57,1 milhões | 98% | 7 | 37 |
| 2022 | R$ 18,2 milhões | R$ 17,4 milhões | 95% | 14 | 16 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 15,3 milhões | 94% | 13 | 11 |
| 2020 | R$ 14,4 milhões | R$ 12,9 milhões | 90% | 13 | 15 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 107,1 milhões | R$ 102,7 milhões | 96% | 47 | 60 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.