Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ronald Ázaro (Ronald Abrahão Ázaro) disputou 4 eleições entre 1986 e 2014, para deputado federal, vice-presidente, governador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para governador por RJ: 43.830 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 30 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 200 mil), pessoal (R$ 179 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 117 mil).
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Evolução da votação nas eleições
14.358 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Ronald Abrahão Ázaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualGovernadorPresidenteDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados
Ronald Ázaro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio de Janeiro em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 30 mil de empresas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 200 mil) e pessoal (R$ 179 mil).
Fundo Partidário 5% · partido e outras campanhas 91% · pessoas menos de 1% · empresas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 200 mil17,4%
PessoalR$ 179 mil15,5%
Transporte ou deslocamentoR$ 117 mil10,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 87 mil7,5%
Outras 10 categoriasinclui R$ 282 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 164 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 571 mil49,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Presidente · 1998NÃO ELEITO124.569GBR · 39 anos · Superior completo · Engenheiro · PSC · nº 201 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Governador · 1994NÃO ELEITO43.830GRJ · 35 anos · Superior completo · Engenheiro · PSC · nº 201 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1986SUPLENTE1.437GRJ · 27 anos · PSC · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.