Gaizo

Foto de Ailton Marques da Silva
Gaizo
Ailton Marques da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PSC
42 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gaizo (Ailton Marques da Silva) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Mogeiro em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Mogeiro/PB: 417 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Mogeiro/PB, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 609 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 789), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350) e serviços de terceiros (R$ 300). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

352 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Ailton Marques da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Gaizo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Mogeiro (PB) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 609 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 789) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Em 2012, 55% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Mogeiro (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 37% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 78948,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 35021,4%
  • Serviços de terceirosR$ 30018,3%
  • Materiais impressosR$ 17010,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 291,8%
2012Vereador, Mogeiro (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 31% · empresas 33% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil54,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil39,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 148 lançados como "diversas a especificar"R$ 1485,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892