Jacó Jácome

Foto de Jacob Helder Guedes de Oliveira Jácome
Jacó Jácome
Jacob Helder Guedes de Oliveira Jácome (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PSD
32 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jacó Jácome (Jacob Helder Guedes de Oliveira Jácome) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Natal em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RN: 28.620 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RN, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 399 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil), serviços contábeis (R$ 10 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 116 mil em 2018 (46% com publicidade por adesivos) e R$ 303 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

19.456 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Jacob Helder Guedes de Oliveira Jácome em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 428 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos contratados

Jacó Jácome declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Natal (RN) em 2012, deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2014 e 2018, e deputado federal por Rio Grande do Norte em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 399 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil). Em 2018, 46% dos R$ 116 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2014, 41% dos R$ 303 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 428 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 40 milcontratados
Gastos em 2018R$ 116 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2014, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 428 mil
doações de pessoas
FEFC 93% · pessoas menos de 1% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 40 mil
pago: R$ 27 mil (67%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil35,3%
  • Serviços contábeisR$ 10 mil25,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil12,5%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 5 mil11,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil15,3%
2018Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 121 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 116 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 53 mil45,5%
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil23,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil8,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil8,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 17 mil14,3%
2014Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 304 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 18% · partido 69% · pessoas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 303 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 125 mil41,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 71 mil23,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil12,9%
  • Serviços de terceirosR$ 37 mil12,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 31 mil10,2%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 207 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 56% · partido e outras campanhas 24% · pessoas 17% · empresas menos de 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 161 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 65 mil40,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 43 mil26,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26 mil16,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil9,9%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil7,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892