Gim Argello

Foto de Jorge Afonso Argello
Gim Argello
Jorge Afonso Argello (nome civil)
6 eleições entre 1990 e 2014 · último partido PTB
52 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Senador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gim Argello (Jorge Afonso Argello) disputou 6 eleições entre 1990 e 2014, para senador, 1º suplente senador, deputado distrital e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: 1º suplente senador em 2006; deputado distrital em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para senador por DF: 271.525 votos. Na campanha de 2014 para senador por DF, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 923 mil de outros recursos do partido, R$ 199 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 107 mil de empresas e R$ 213 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 440 mil), militância e mobilização de rua (R$ 234 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 193 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

271.525 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Jorge Afonso Argello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados

Gim Argello declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 923 mil de outros recursos do partido, R$ 199 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 107 mil de empresas e R$ 213 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 440 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 234 mil).

Receitas em 2014R$ 1,4 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1,5 milhãocontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Senador, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
11 doadores pessoas físicas
partido 64% · pessoas 14% · empresas 7% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 440 mil30,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 234 mil16,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 193 mil13,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 116 mil7,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 860 lançados como "diversas a especificar" e R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 479 mil32,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892