Sergio Zveiter

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Sergio Zveiter
7 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PV
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Zveiter disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para 1º suplente, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Niterói/RJ: 121.741 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 25,5 milhões empenhados em 10 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019, para 7 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 5,7 milhões em receitas: R$ 967 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 527 mil de doações privadas, R$ 475 mil de empresas e R$ 3,8 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 524 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 435 mil) e serviços de terceiros (R$ 197 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,6 milhões em 2012 (47% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 914 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

57.587 votos em 2014 (eleito) · 7 eleições

A votação de Sergio Zveiter em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 5,7 milhões em receitas · R$ 5,7 milhões em gastos contratados

Sérgio Zveiter declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2010 e 2014, e prefeito em Niterói (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 5,7 milhões em receitas: R$ 967 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 527 mil de doações privadas, R$ 475 mil de empresas e R$ 3,8 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,7 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 524 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 435 mil). Em 2012, 47% dos R$ 3,6 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 914 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 5,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 5,7 milhõescontratados
Gastos em 2012R$ 3,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,7 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 9% · empresas 8% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 5,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 524 mil9,2%
  • Materiais impressosR$ 435 mil7,6%
  • Serviços de terceirosR$ 197 mil3,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 143 mil2,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 4,1 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 4,4 milhões77,3%
2012Prefeito, Niterói (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,2 milhões
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 4% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão47,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 482 mil13,3%
  • Materiais impressosR$ 243 mil6,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 208 mil5,7%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 350 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 985 mil27,1%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 915 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 64% · pessoas 11% · empresas 19% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 914 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 219 mil23,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 187 mil20,5%
  • Materiais impressosR$ 136 mil14,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 110 mil12,0%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 8 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 262 mil28,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 25,5 milhões empenhados · 95% pago · 10 emendas em 7 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Sérgio Zveiter teve R$ 25,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 10 emendas individuais aos orçamentos de 2018 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 7 municípios. Já foram pagos R$ 24,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (78%). As cidades que mais receberam foram Nova Friburgo, Rio de Janeiro e Miracema.2

EmpenhadoR$ 25,5 milhõesorçamentos de 2018 a 2019
PagoR$ 24,2 milhões95% do empenhado, com restos a pagar
Emendas10individuais
Municípios7diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 12,8 milhõesR$ 12,8 milhões100%50
2018R$ 12,7 milhõesR$ 11,2 milhões88%57
TotalR$ 25,6 milhõesR$ 24,1 milhões94%107

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 20 milhões78,3%
  2. 2UrbanismoR$ 1,5 milhão5,9%
  3. 3Desporto e LazerR$ 1,4 milhão5,6%

Municípios que mais receberam

  1. 1Nova FriburgoR$ 1,5 milhão5,8%
  2. 2Rio de JaneiroR$ 1,3 milhão5,0%
  3. 3MiracemaR$ 1,2 milhão4,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892