Buscar

Foto de João Victor Mendes de Gomes e Mendonça

João Victor

João Victor Mendes de Gomes e Mendonça (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2012 · último partido PMDB
41 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

João Victor (João Victor Mendes de Gomes e Mendonça) disputou 5 eleições entre 1994 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Três Pontas em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 19.268 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MG, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 48 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), pessoal (R$ 15 mil) e encargos sociais (R$ 7 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

19.268 votos em 2006 · 5 eleições

A votação de João Victor Mendes de Gomes e Mendonça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 60 mil em receitas · R$ 60 mil em gastos contratados

João Victor declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Minas Gerais em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 48 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e pessoal (R$ 15 mil).

Receitas em 2006R$ 60 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 60 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 6% · pessoas 80% · empresas 7% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil31,2%
  • PessoalR$ 15 mil24,4%
  • Encargos sociaisR$ 7 mil11,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil4,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil29,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.