Homero Fochesatto disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Sertão/RS e foi eleito com 1.768 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Sertão/RS, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 104 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de doações privadas e R$ 40 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), serviços de terceiros (R$ 13 mil) e serviços advocatícios (R$ 12 mil).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2024: R$ 105 mil em receitas · R$ 104 mil em gastos
Homero Fochesatto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Sertão (RS) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 104 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de doações privadas e R$ 40 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e serviços de terceiros (R$ 13 mil).
Receitas em 2024R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 104 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 99% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 104 mil
tudo pago (100%)
Materiais impressosR$ 17 mil16,5%
Serviços de terceirosR$ 13 mil12,0%
PessoalR$ 9 mil8,7%
Locação de imóveisR$ 7 mil6,7%
Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 18 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 58 mil56,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.