Marcelo Ortiz (Francisco Marcelo Ortiz Filho) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 48.749 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 235 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com pessoal (R$ 97 mil), serviços de terceiros (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 247 mil em 2014 (50% com pessoal) e R$ 437 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
8.813 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Francisco Marcelo Ortiz Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 243 mil em receitas · R$ 200 mil em gastos
Marcelo Ortiz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Guaratinguetá (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 235 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com pessoal (R$ 97 mil) e serviços de terceiros (R$ 33 mil). Em 2014, 50% dos R$ 247 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 46% dos R$ 437 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2018R$ 243 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 247 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 29 mil6,8%
Outras 14 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil24,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2006ELEITO48.749GSP · 72 anos · Superior completo · Advogado · PV · nº 4341 · ver resultado completoprestação de contasCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 2002ELEITO36.486GSP · 68 anos · Superior completo · Advogado · PV · nº 4341 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Prefeito · 1996NÃO ELEITO2.249LGuaratinguetá, São Paulo · 62 anos · Dado Inexistente · PV · nº 43 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE7.125GSP · 60 anos · Superior completo · Advogado · PPR · nº 11213 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.