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Foto de Juliana D Avila Martin

Juliana Martin

Juliana D Avila Martin (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido MDB
30 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Juliana Martin (Juliana D Avila Martin) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeita, deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de Capão da Canoa em 2020; vereadora de Capão da Canoa em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RS: 10.034 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RS, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 97 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil.

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Evolução da votação nas eleições

10.034 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Juliana D Avila Martin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 105 mil em receitas · R$ 97 mil em gastos

Juliana Martin declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Capão da Canoa (RS) em 2016, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 97 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 11 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 97 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 85% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 11% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 97 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 33 mil33,6%
  • Materiais impressosR$ 16 mil16,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil10,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil8,0%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil31,2%
2016Vereadora, Capão da Canoa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 12% · partido menos de 1% · pessoas 87% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil28,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil26,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil19,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil14,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil10,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.