Rafaneli Salles de Almeida

Foto de Rafaneli Salles de Almeida
Rafaneli Salles de Almeida
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSDB
70 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Nelinho (Rafaneli Salles de Almeida) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Pequeri em 2016, 2000 e 1996; vereador de Pequeri em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Pequeri/MG: 1.439 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pequeri/MG, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 76 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil), comícios (R$ 16 mil) e pessoal (R$ 15 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

1.439 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Rafaneli Salles de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 82 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos contratados

Nelinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pequeri (MG) em 2008, e prefeito em Pequeri (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 76 mil de doações privadas (38 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 19 mil) e comícios (R$ 16 mil). Em 2008, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 82 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 82 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Pequeri (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
38 doadores pessoas físicas
pessoas 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 19 mil23,1%
  • PessoalR$ 15 mil18,5%
  • Materiais impressosR$ 12 mil14,2%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil1,3%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 7200,9%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil42,0%
2008Vereador, Pequeri (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 66% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Rafaneli Salles de Almeida (Nelinho): candidaturas e votos · Radar do Voto