- PessoalR$ 15 mil32,9%
- Materiais impressosR$ 8 mil16,6%
- Locação de imóveisR$ 8011,7%
- Serviços de terceirosR$ 8001,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil47,0%
Professor Edinan Braúna (Edinan Lopes Braúna) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Luziânia/GO. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputado estadual por GO pelo PCDOB. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil), serviços contábeis (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.
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Professor Edinan Braúna declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Luziânia (GO) em 2016, e deputado estadual por Goiás em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil) e serviços contábeis (R$ 12 mil); R$ 28 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.