Dr Carlos Norberto

Foto de Carlos Alberto da Silva Norberto
Dr Carlos Norberto
Carlos Alberto da Silva Norberto (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2016 · último partido PRP
69 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Carlos Norberto (Carlos Alberto da Silva Norberto) disputou 2 eleições entre 2010 e 2016, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 145 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campinas/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 692 de outros recursos do partido e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 800), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 600) e publicidade por materiais impressos (R$ 92). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.

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Evolução da votação nas eleições

119 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Carlos Alberto da Silva Norberto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Dr Carlos Norberto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2010, e vereador em Campinas (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 692 de outros recursos do partido e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 800) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 600). Em 2010, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2010R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido 46% · pessoas 54%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 80053,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60040,2%
  • Materiais impressosR$ 926,1%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 503,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil96,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892