Dr. Paulo Polett (Paulo Roberto da Fonseca Polett) disputou 2 eleições entre 2004 e 2010, para deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Montenegro em 2004. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RS, declarou R$ 142 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 127 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 142 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil).
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Evolução da votação nas eleições
8.828 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Paulo Roberto da Fonseca Polett em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 142 mil em receitas · R$ 142 mil em gastos contratados
Dr. Paulo Polett declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 142 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 127 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 142 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil).
partido e outras campanhas 1% · pessoas menos de 1% · empresas 89% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 55 mil38,3%
Materiais impressosR$ 24 mil16,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil11,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil9,8%
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil23,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2004ELEITO13.710LMontenegro, Rio Grande do Sul · 54 anos · Superior completo · Medico · PMDB · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.