- PessoalR$ 57 mil45,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil12,2%
- Materiais impressosR$ 10 mil8,0%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil3,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil0,8%
- Outras 7 categoriasR$ 36 mil29,4%
Preto (Cláudio de Sousa Valadares) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Abaeté em 2008 e 2004; vereador de Abaeté em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Abaeté/MG: 9.999 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Abaeté/MG, declarou R$ 124 mil em receitas: R$ 104 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 57 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil) e publicidade por adesivos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 120 mil em 2016 e R$ 130 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Claudio de Sousa Valadares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Preto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Abaeté (MG) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 124 mil em receitas: R$ 104 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com pessoal (R$ 57 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil). Em 2016, R$ 120 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 130 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.