Pedro Fernandes

Foto de Pedro Henrique Fernandes da Silva
Pedro Fernandes
Pedro Henrique Fernandes da Silva (nome civil)
5 eleições entre 2006 e 2018 · último partido PDT
35 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Odontólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Fernandes (Pedro Henrique Fernandes da Silva) disputou 5 eleições entre 2006 e 2018, para governador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2018, para governador por RJ: 466.954 votos. Na campanha de 2018 para governador por RJ, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 135 mil de outras campanhas, R$ 196 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 470 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 262 mil) e serviços de terceiros (R$ 228 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2014 e R$ 644 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

466.954 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Pedro Henrique Fernandes da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos

Pedro Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014, e governador por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 135 mil de outras campanhas, R$ 196 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 470 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 262 mil). Em 2014, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2010, 43% dos R$ 644 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Governador, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
26 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 13% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 470 mil35,3%
  • Materiais impressosR$ 262 mil19,6%
  • Serviços de terceirosR$ 228 mil17,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 184 mil13,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 188 mil14,1%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 1% · empresas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 758 mil38,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 561 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 289 mil14,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 79 mil4,0%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 32 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 118 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 278 mil14,1%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 644 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 46% · pessoas menos de 1% · empresas 54%
Gasto contratado
R$ 644 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 275 mil42,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 82 mil12,7%
  • Materiais impressosR$ 71 mil11,0%
  • PessoalR$ 64 mil9,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 153 mil23,7%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 621 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 30% · empresas 29%
Gasto contratado
R$ 621 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 186 mil29,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 135 mil21,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 97 mil15,5%
  • Materiais impressosR$ 92 mil14,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 112 mil18,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892