Pedro Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014, e governador por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 135 mil de outras campanhas, R$ 196 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 470 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 262 mil). Em 2014, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2010, 43% dos R$ 644 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2018R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
26 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 13% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 470 mil35,3%
- Materiais impressosR$ 262 mil19,6%
- Serviços de terceirosR$ 228 mil17,2%
- Publicidade por adesivosR$ 184 mil13,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 188 mil14,1%
Arrecadado
R$ 2 milhões
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 90% · pessoas 1% · empresas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 758 mil38,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 561 mil28,6%
- Materiais impressosR$ 289 mil14,7%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 79 mil4,0%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 32 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 118 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 278 mil14,1%
Arrecadado
R$ 644 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 46% · pessoas menos de 1% · empresas 54%
Gasto contratado
R$ 644 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 275 mil42,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 82 mil12,7%
- Materiais impressosR$ 71 mil11,0%
- PessoalR$ 64 mil9,9%
- Outras 7 categoriasR$ 153 mil23,7%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 621 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 30% · empresas 29%
Gasto contratado
R$ 621 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 186 mil29,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 135 mil21,7%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 97 mil15,5%
- Materiais impressosR$ 92 mil14,8%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 112 mil18,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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