- Materiais impressosR$ 5 mil22,3%
- AlimentaçãoR$ 4 mil18,8%
- Locação de imóveisR$ 2 mil7,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8363,6%
- Outras 6 categoriasR$ 11 mil47,7%
Luis Fernando (Luis Fernando Pinto Dias) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Londrina em 2004. Na campanha de 2008 para vereador em Londrina/PR, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 6 mil de empresas, R$ 20 de recursos próprios e R$ 5 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), alimentação (R$ 4 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Fernando Pinto Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luis Fernando declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Londrina (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 6 mil de empresas, R$ 20 de recursos próprios e R$ 5 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e alimentação (R$ 4 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.