- PessoalR$ 272 mil38,6%
- Materiais impressosR$ 136 mil19,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 101 mil14,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 80 mil11,3%
- Outras 11 categoriasR$ 117 mil16,5%
Segundo o Radar do Voto, Marlei Fernandes (PT) ficou como suplente de deputada federal pelo Paraná em 2026, com 21.457 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marlei Fernandes (Marlei Fernandes de Carvalho) disputou 3 eleições entre 2014 e 2026, para deputada federal e 2º suplente. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por PR: 29.855 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PR, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas, R$ 58 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 706 mil, principalmente com pessoal (R$ 272 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 136 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 101 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 497 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marlei Fernandes de Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marlei Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Paraná em 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outras campanhas, R$ 58 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 706 mil, principalmente com pessoal (R$ 272 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 136 mil); R$ 504 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 497 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.