Renatinho do PSOL

Foto de Gezivaldo Renatinho Ribeiro de Freitas
Renatinho do PSOL
Gezivaldo Renatinho Ribeiro de Freitas (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSOL
68 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Renatinho do PSOL (Gezivaldo Renatinho Ribeiro de Freitas) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Niterói em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 8.551 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Niterói/RJ, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (15 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 80 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2016 (41% com serviços de terceiros) e R$ 16 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.349 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Gezivaldo Renatinho Ribeiro de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 29 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Renatinho do PSOL declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Niterói (RJ) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (15 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 80 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil). Em 2016, 41% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 59% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Niterói (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
15 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 45% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 50% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil41,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6 mil25,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil12,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil12,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil7,6%
2016Vereador, Niterói (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 66% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil41,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil27,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil24,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil3,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil3,9%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil58,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil32,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil8,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 530,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Niterói (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 78% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil52,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil23,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil21,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 8152,6%
2008Vereador, Niterói (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
21 doadores pessoas físicas
pessoas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil28,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil14,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil11,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil2,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 586 lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil43,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892