- Materiais impressosR$ 73 mil53,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil14,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 14 mil10,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil9,9%
- Outras 4 categoriasR$ 15 mil11,0%
Edson Oliveira (Edson Luiz de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2004 e 2024, para prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Bragança em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PA: 26.586 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Bragança/PA, declarou R$ 151 mil em receitas: R$ 141 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 73 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 254 mil em 2016 e R$ 395 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edson Luiz de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edson Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Bragança (PA) em 2008, 2016 e 2024, e deputado estadual por Pará em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 151 mil em receitas: R$ 141 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 73 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 254 mil em gastos contratados; em 2014, 45% dos R$ 395 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.