Segundo o Radar do Voto, Rodrigo Valverde (PT) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 33.485 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rodrigo Valverde (Jorge Rodrigo Valverde Santana) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Moji das Cruzes em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Moji das Cruzes/SP: 36.811 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 489 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 270 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 471 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 178 mil), serviços de terceiros (R$ 161 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2024 e R$ 306 mil em 2022.
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Evolução da votação nas eleições
33.485 votos em 2026 · 9 eleições
A votação de Jorge Rodrigo Valverde Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 489 mil em receitas · R$ 471 mil em gastos contratados
Rodrigo Valverde declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Moji das Cruzes (SP) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por São Paulo em 2010, prefeito em Moji das Cruzes (SP) em 2020 e 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 489 mil em receitas: R$ 191 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 270 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 471 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 178 mil) e serviços de terceiros (R$ 161 mil); R$ 386 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,2 milhão em gastos contratados; em 2022, 58% dos R$ 306 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 489 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 471 milcontratados, parcial; R$ 386 mil pagos
Gastos em 2024R$ 1,2 milhãocontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 40% · pessoas 36% · empresas 14% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 7507,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6196,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1821,8%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1271,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 763 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil83,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.