Mari Terezinha da Silva

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Mari Terezinha da Silva
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido MDB
51 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Prefeito
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Professora Mari (Mari Terezinha da Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Goioxim em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Goioxim/PR: 2.408 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Goioxim/PR, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 25 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.071 votos em 2020 (eleita) · 2 eleições

A votação de Mari Terezinha da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 46 mil em receitas · R$ 44 mil em gastos

Professora Mari declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Goioxim (PR) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 44 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2016, R$ 25 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 46 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 44 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Goioxim (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 44% · pessoas 55% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 44 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil20,1%
  • Materiais impressosR$ 6 mil14,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 628 lançados como "diversas a especificar" e R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 29 mil65,9%
2016Prefeita, Goioxim (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
20 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil35,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil18,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil10,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 9 mil35,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Mari Terezinha da Silva (Professora Mari): candidaturas e votos · Radar do Voto