Pedro do Ribamar

Foto de Pedro Felix da Cunha Neto
Pedro do Ribamar
Pedro Felix da Cunha Neto (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido CIDADANIA
35 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Vereador
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Pedro do Ribamar (Pedro Felix da Cunha Neto) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Colméia em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Colméia/TO: 357 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Colméia/TO, declarou R$ 45 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 14 mil), publicidade por carros de som (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 9 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 59% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

357 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Pedro Felix da Cunha Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 45 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos contratados

Pedro do Ribamar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Colméia (TO) em 2012, e prefeito em Colméia (TO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 45 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 14 mil) e publicidade por carros de som (R$ 11 mil). Em 2012, 59% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 45 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 45 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Colméia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 14 mil31,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil24,4%
  • PessoalR$ 9 mil20,4%
  • Materiais impressosR$ 6 mil12,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil11,0%
2012Vereador, Colméia (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 31% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil59,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil37,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 2004,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892