Vane do Renascer (Claudevane Moreira Leite) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Itabuna em 2012; vereador de Itabuna em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Itabuna/BA: 45.623 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Itabuna/BA, declarou R$ 476 mil em receitas: R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 34 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 337 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 43 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 40 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.
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Evolução da votação nas eleições
45.623 votos em 2012 (eleito) · 3 eleições
A votação de Claudevane Moreira Leite em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 476 mil em receitas · R$ 347 mil em gastos contratados
Vane do Renascer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itabuna (BA) em 2008, e prefeito em Itabuna (BA) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 476 mil em receitas: R$ 100 mil de outros recursos do partido, R$ 34 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 337 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 43 mil). Em 2008, R$ 8 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 476 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 347 milcontratados
Gastos em 2008R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 43% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil26,4%
Serviços de terceirosR$ 5707,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5506,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5496,7%
Outras 3 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil53,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.