Jurandy Loureiro

Foto de Jurandy Loureiro Barroso
Jurandy Loureiro
Jurandy Loureiro Barroso (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PHS
78 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jurandy Loureiro (Jurandy Loureiro Barroso) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para 2º suplente, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2006; vereador de Vitória em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por ES: 33.863 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por ES, declarou R$ 381 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 32 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 89 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com pessoal (R$ 268 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 32 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 18 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 232 mil.

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Evolução da votação nas eleições

949 votos em 2014 (anulados) · 7 eleições

A votação de Jurandy Loureiro Barroso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 381 mil em receitas · R$ 381 mil em gastos contratados

Jurandy Loureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 381 mil em receitas: R$ 220 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de outras campanhas, R$ 32 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 89 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com pessoal (R$ 268 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 32 mil). Em 2006, R$ 232 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 381 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 381 milcontratados
Gastos em 2006R$ 232 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 381 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 58% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 8% · empresas 23% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 381 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 268 mil70,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil8,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil4,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 17 mil4,3%
  • Outras 14 categoriasR$ 46 mil12,1%
2006Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 19% · empresas 75% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 78 mil33,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil12,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 22 mil9,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil7,2%
  • Outras 16 categoriasR$ 87 mil37,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892