- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 120,4%
- Outras 1 categoriaR$ 3 mil99,6%
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Miguelzinho (Miguel Pereira de Souza) disputou 3 eleições entre 2002 e 2010, para deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 1.765 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 12). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Miguel Pereira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguelzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 12). Em 2006, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Miguelzinho não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2010, para deputado estadual por SP, Miguelzinho teve 335 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, Miguelzinho declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 12). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Miguelzinho declarou ao TSE gastos de R$ 3 mil na campanha de 2010 a deputado estadual por SP (gasto contratado declarado) e R$ 1 mil na campanha de 2006 a deputado federal por SP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Miguelzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e deputado estadual por São Paulo em 2010.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Miguelzinho foi em 2006, para deputado federal por São Paulo: 1.765 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Miguelzinho disputou 3 eleições, de 2002 a 2010: deputado federal por São Paulo em 2002 e 2006; deputado estadual por São Paulo em 2010. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Miguelzinho concorreu pelo PTB em 2002, 2006 e 2010. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Miguelzinho foi o 1334º mais votado entre os candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2010, com 335 votos, <0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Miguelzinho para deputado estadual foi em São Paulo (SP): 268 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto