- Materiais impressosR$ 23 mil49,7%
- Serviços de terceirosR$ 6001,3%
- Outras 7 categoriasR$ 23 mil49,0%
Leonardo Cintra (Leonardo Sette Cintra) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Almas em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Almas/TO: 2.334 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Almas/TO, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas e R$ 197 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 700, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
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A votação de Leonardo Sette Cintra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leonardo Cintra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Almas (TO) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas e R$ 197 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2008, 100% dos R$ 700 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.