Rita Sobrinho

Foto de Rita de Rezende Sobrinho
Rita Sobrinho
Rita de Rezende Sobrinho (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · PT
57 anos em 2016 · Feminino · Ensino fundamental completo
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rita Sobrinho (Rita de Rezende Sobrinho) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeita. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Caxingó em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Caxingó/PI: 2.261 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Caxingó/PI, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 51% com combustíveis e lubrificantes.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.739 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Rita de Rezende Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Rita Sobrinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Caxingó (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 10 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2012, 51% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Caxingó (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil36,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil18,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil17,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil15,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil13,5%
2012Prefeita, Caxingó (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 38% · empresas 41% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil50,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil33,9%
  • Materiais impressosR$ 90015,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892